quarta-feira, 4 de junho de 2008
Formação de NADPH e ATP

Sabiam que os cloroplastos contêm dois fotossistemas diferentes?
Estes vamos designar de "fotossistema I" e "Fotossistema II". .
No Fotossistema I, a clorofila pode ser excitada por um comprimento de onda menor do que 700nm. Este sistema gera um redutor forte (e, também um oxidante fraco) que leva à formação do NADPH.
No fotossitema II requer-se luz com comprimento de onde menor do que 680nm. Este produz um oxidante forte (e, também, um redutor fraco) que leva à formação do O2.
São os oxidantes fracos e os redutores fracos produzidos nestes dois fotossistemas que levam à formação de ATP
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Oxigénio

Numa fase mais ou menos inocente, todos nós achávamos que as plantas inspiravam o dióxido de carbono e libertava o oxigénio, ou seja, pensávamos que a sua respiração é contrária da nossa.
Mas não!
As plantas respiram tal como nós.
Elas libertam oxigénio, porque este é um resíduo que elas produzem durante a fotossíntese, através da fotólise da molécula da água. Esta molécula é desdobrada nos seus átomos constituintes: oxigénio e hidrogénio. O oxigénio liberta-se para o exterior através do estomas.
Luz

Em geral, as plantas precisam de luz para a sua sobrevivência.
Mas porquê?
As plantas usam a energia luminosa durante a fotossíntese, para formar hidratos de carbono (normalmente glicoses – C6H12O6 ) a partir do Dióxido de carbono (CO2) e da água (H2O).
A luz tem de ser fornecida à planta na quantidade suficiente (que pode diferir conforme a planta) para se realizar a fotossíntese.
Como é que as plantas utilizam a luz?
Quando a planta é submetida à acção da luz, a energia luminosa activa as moléculas de clorofila, existentes nos cloroplastos. È aqui que começa mesmo o tal processo da fotossíntese (não é mesmo AQUI, porque isto é apenas um blog na net, dah!). Esta energia é transformada em energia química, passa por cadeias de oxidorredução, libertando ATPs, que mais tarde serão utilizadas mais tarde.
Pode-se então dizer que a energia luminosa é o “motor” da fotossíntese.
O dióxido de carbono

Através da fotossíntese os átomos de carbono são captados pelas plantas, passando a fazer parte das moléculas orgânicas que os constituem. É pouco provável que o mesmo átomo de carbono passe por muitos organismos num único ciclo, porque em cada passo há grande possibilidade de o consumidor utilizar a molécula orgânica na respiração celular.
Quando tal acontece, os átomos de carbono são libertados para o ambiente na forma de dióxido de carbono, o que completa um ciclo mas, naturalmente, inicia outro.
água e sais minerais

Tal como qualquer ser vivo as plantas necessitam de água para sobreviverem, umas de uma forma mais abundante outras menos, mas basicamente necessitam de água. Bem, a água existente no seio da planta não esta estático, circula por todas as partes da planta.
A água é captada pelos pêlos radiculares, que originam uma diferença de potencial osmótico que “empurra” para o xilema.
Depois através da coesão e adesão no xilema as moléculas de água agregam se e aderem ás paredes dos vasos, fo
rmando uma coluna contínua. Por fim, a transpiração é por assim dizer o responsável pela circulação de água na planta. Na transpiração o vapor de água difunde dos espaços intercelulares da folha, através dos estomas, para o exterior onde a pressão é menor.È devido a estas forças que se estabelece a chamada corrente de transpiração, pois á medida que a água sai da planta através da transpiração é necessário sempre repor a água no xilema.
Material e procedimento

· Solução de KNOP
· 4 plantas de trandescância
· 4 tubos de ensaio
· Suporte universal
· Um saco plástico preto
· Uma rolha
· Pipeta
Procedimento:
1) Retirar os resíduos de terra das raízes da trandescância
2) Montar o suporte universal, colocando os 4 tubos de ensaio
3) Preparar uma solução de água, misturando solução de knop ( 1 para 9 ver no rotulo da embalagem da solução de knop)
4) Colocar uma planta em cada tubo, nas posições pretendidas
5) Ao longo das várias semanas, anotar as observações